Em 1952, foi estudar nos EUA, na Parson´s School of Design e na American Institute of Graphics Arts , na cidade de Nova York, onde estudou até 1955. Enquanto esteve nos EUA entrou em contato com as manifestações da Pop Art norte-americana influenciada pelo trabalho de artistas como Robert-Rauschenberg, Jasper Johns e Cy Twombly.
Retornou ao Brasil, depois viajou à Europa com o seu mestre Karl Platner até o ano de 1960, principalmente na Itália e na Áustria. Esteve em Paris para estudar na Academie de la Grande Chaumière e no ateliê de Johnny Friedlaender, colaborou em trabalhos publicitários, num dos quais foi premiado com o Oscar de La Publicité Française no ano de 1961, logo largaria a publicidade para se aprofundar no mundo das artes.Ainda em 1963, lançou o movimento Realismo Mágico ao lado de Pedro Manuel Gismondi, crítico de artes; Maria Cecília, pintora; Bernardo Cid, artista; Carlos Felipe Saldanha, escritor; e Otto Stupakoff, fotógrafo.
Com a colaboração de Otto Stupakoff criou uma feira industrial de ambientes e instalações, que foi selecionada para a exposição da 44ª Bienal de Veneza. No ano de 1964, recebeu a menção honrosa da 43ª Annual Exhibition of Advertising Art and Design e o prêmio Ampulheta na Biblioteca Municipal de São Paulo.
Em Los Angeles, participou do projeto Art and Technology, no Los Angeles County Museum of Art. Em Nova York, realizou suas primeiras obras com técnicas de cópia no Centro de Reprodução Xérox. Foi um profundo pesquisador das técnicas de fotocópias, vídeo e polaroid.
Em 1976, recebeu o prêmio de Melhor Pintor Paulista e, em 1993, de Melhor Exposição Retrospectiva, ambos os prêmios foram concedidos pela Associação Paulista de Críticos de Arte. A sua obra, além de pesquisas, é caracterizada por contextos sócio-políticos e pela inovação ao utilizar novas tecnologias.


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